terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Smit Seraya

No Lingsian Yard em Wuzhou, China, o SMIT SERAYA, irmão do SMIT SENTOSA, teve seu casco lançado.
O SMIT SENTOSA será entregue no final deste mês e o SMIT SERAYA no finbal de março.
Os dois AHT são propulsados por 2 motores Wartsila com potência total de 7300 HP, para 95 ton BP. Guinchos RollsRoyce serão instalados no convés com 220m² de espaço livre.

The 7300 hp ( 95 ton BP) SMIT SERAYA em construção
no Estaleiro Lingsian na cidade de Wuzhou, China
Photo : Capt John Bruinsma ©
Lançamento do casco
Photo : Capt John Bruinsma ©

Lançamento do casco
Photo : Capt John Bruinsma ©

domingo, 11 de novembro de 2012

Ex-Delta Mar

Esses navios visitavam o nosso porto na década de 80. São chamados de LASH ou Lighter Aboard Ship. Carregavam barcaças com todo o tipo de carga e geralmente ficavam aguardando no Rincão da Cebola.
Não consegui fotografias da época da Delta, mas as fotos de quando foram incorporados a US Navy Auxiliary Fleet.


Career (United States)
Name: SS Cape Farewell (AK-5073) ex-Delta Mar
Builder: Avondale Industries Corp., New Orleans, LA
Laid down: 1973
Status: In ready reserve. Ten days needed to activate.
Notes: Launched as SS Delta Mar
General characteristics
Class & type: Lighter Aboard Ship (LASH) Barge Carrier
Displacement: 57,150 tons
Length: 894 ft 0 in (272.49 m)
Beam: 100 ft 0 in (30.48 m)
Draft: 38 ft 0 in (11.58 m)
Propulsion: steam turbine, single propeller
Speed: 18.7 kn (21.5 mph; 34.6 km/h)
Capacity: 89 barges
Complement: Full Operational Status: 31 civilian mariners
Armament: None
Aviation facilities: None

 Fonte: Wikipedia

Ex-Delta Norte

Esses navios visitavam o nosso porto na década de 80. São chamados de LASH ou Lighter Aboard Ship. Carregavam barcaças com todo o tipo de carga e geralmente ficavam aguardando no Rincão da Cebola.
Não consegui fotografias da época da Delta, mas as fotos de quando foram incorporados a US Navy Auxiliary Fleet.




Career (United States)
Name: SS Cape Flattery (AK-5070) ex-Delta Norte
Builder: Avondale Industries Corp., New Orleans, LA
Laid down: 10 February 1972
Launched: 19 May 1973
Acquired: 14 May 1987
Homeport: Beaumont, TX
Status: In ready reserve since 1987. Ten days needed to activate.
Notes: Launched as SS Delta Norte
General characteristics
Class & type: Lighter Aboard Ship (LASH) Barge Carrier
Displacement: 57,150 tons
Length: 894 ft 0 in (272.49 m)
Beam: 100 ft 0 in (30.48 m)
Draft: 39 ft 0 in (11.89 m)
Propulsion: steam turbine, single propeller
Speed: 18.7 kn (21.5 mph; 34.6 km/h)
Capacity: 89 barges
Complement: Full Operational Status: 31 civilian mariners
Armament: None
Aviation facilities: None

Fonte: Wikipedia

Ex-Delta Caribe

Esses navios visitavam o nosso porto na década de 80. São chamados de LASH ou Lighter Aboard Ship. Carregavam barcaças com todo o tipo de carga e geralmente ficavam aguardando no Rincão da Cebola.
Não consegui fotografias da época da Delta, mas as fotos de quando foram incorporados a US Navy Auxiliary Fleet.

Ex-Delta Caribe


Career (United States)
Name: SS Cape Florida (AK-5071) ex-Delta Caribe
Builder: Avondale Industries Corp., New Orleans, LA
Laid down: 29 December 1969
Launched: 10 October 1970
Acquired: 17 February 1987
Out of service: 28 July 2006
Status: In Beaumont Reserve Fleet categorized as 'Military Useful'
Notes: Launched as SS Lash Turkiye'
General characteristics
Class & type: Lighter Aboard Ship (LASH) Barge Carrier
Displacement: 44,610 tons
Length: 893 ft 0 in (272.19 m)
Beam: 100 ft 0 in (30.48 m)
Draft: 38 ft 0 in (11.58 m)
Propulsion: steam turbine, single propeller
Speed: 18.7 kn (21.5 mph; 34.6 km/h)
Capacity: 77 barges
Complement: Full Operational Status: 31 civilian mariners
Armament: None
Aviation facilities: None

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Kitty Roosmale Nepveu, KNRM

Fonte: Wikipédia

Isso que é embarcação 100% segura.

A KNRM é o serviço de salvatagem na Holanda. A Royal Netherlands Sea Rescue Institution foi criada em 1824, no mesmo ano da sua irmã Britânica RNLI.

A KNRM opera totalmente independente e trabalha em estreita colaboração com a Guarda Costeira Holandesa com base em um acordo oficial, centrada na execução de busca e serviços de resgate. A KNRM tem 50 funcionários em tempo integral e trabalha com cerca de 1.200 voluntários, distribuídos em sua sede em IJmuiden/HOL e mais 44 estações na costa.

O Mar do Norte é um dos mais movimentados mares com mais de 1000 movimentos de navios a cada 24 horas. A KNRM tem uma cobertura densa costeira com estações SAR (Search and Rescue). Todas as estações são equipadas com rápidos barcos salva-vidas modernos que são preparados para enfrentar o mar em diferentes estados, seja baseado em porto ou lançado na praia. O desempenho do serviço SAR é, provavelmente, as mais eficiente em todo o mundo, a um custo relativamente baixo.

A frota da KNRM de barcos salva-vidas tem evoluído drasticamente durante as últimas duas décadas e é agora considerado como uma das frotas mais modernas e resistentes do mundo.

No entanto, durante 2011 KNRM fez uma parceria com Damen e outros para projetar um barco totalmente novo, salva-vidas portuário rápido. O conceito inclui a capacidade de funcionar como principal na coordenação da cena. A base é, entre outras capacidades, uma comunicação electrônica avançada e um sistema de navegação combinado com treinamento de tripulação dedicada.

Essa vídeo é do lançamento do barco "Kitty Roosmale Nepveu" na Base de Scheveningen/HOL


sábado, 27 de outubro de 2012

Práticos, "os flanelinhas de navios", ganham até R$300.000,00 mensais

Fonte: O Globo - Economia

RIO E SANTOS (SP) — O Brasil está prestes a mudar o centenário e milionário serviço de praticagem — que consiste no apoio para que navios cheguem aos portos com profissionais, os práticos, treinados para conduzi-los nos estreitos canais de acesso aos terminais. A Marinha reconhece que poderá dispensar, já a partir do ano que vem, a contratação do serviço de assessoria aos comandantes de navios habituados a certos terminais portuários. Outra mudança efetiva poderá surgir de um comitê que está sendo criado pelo governo para rever os altos custos, que, segundo levantamento dos armadores, são até 1.000% superiores aos registrados em países vizinhos, o que compromete a competitividade nacional. Além disso, cria uma elite de cerca de 400 profissionais no país que, não raro, recebem até R$ 150 mil mensais, ou até R$ 300 mil mensais no Maranhão.
Empresários do setor de navegação afirmam que os custos dos serviços de praticagem nos portos brasileiros estão entre os mais altos do mundo. E citam o preço para atracar navio médio (de 20 mil a 30 mil toneladas) no Porto de Paranaguá (PR): R$ 28.241,18 (pouco mais de US$ 14 mil) para operação que leva em média duas horas. Nos Estados Unidos, em portos com características próximas às de Paranaguá, dizem eles, como o de Brownsville, no Texas, no Golfo do México (também terminal de escoamento de grãos), o preço da atracação é US$ 5.712 (cerca de R$ 11 mil).
— Não queremos que os práticos ganhem mal, mas os valores que cobram aqui são estratosféricos — diz um empresário que não quis ser identificado.
De acordo com os armadores, a diferença é ainda maior na comparação com portos chilenos: lá são cobrados US$ 1.287. Ou seja, o serviço brasileiro é 987% mais caro.
‘Competitividade menor das empresas’
O Sindicato Nacional de Empresas de Navegação Marítima (Syndarma) afirma que o custo da praticagem “afeta diretamente a competitividade das empresas”. Para atracar um navio no Porto de Manaus, o preço dos serviços dos práticos, segundo os armadores, chega a R$ 250 mil. Eles podem ter de esperar três dias por um profissional.
— Um prático, em média, ganha sete vezes mais que o comandante de um navio. E não podemos dizer que a responsabilidade deles seja maior. Se o navio bate, mesmo na manobra, o responsável é o comandante, não o prático — afirmou André Mello, um dos diretores do Syndarma.
No Porto de Santos, o maior e mais movimentado da América Latina em contêineres, a praticagem é oferecida por uma única empresa, a Praticagem de São Paulo, uma sociedade de cotas que tem os próprios profissionais como sócios. A prática se repete pelo país.
— Todo esse processo nós fazemos baseados na legislação; não é algo da nossa cabeça — diz Paulo Barbosa, diretor-superintendente da Praticagem de São Paulo, rebatendo as acusações, que diz serem comuns, das companhias de navegação.
Ao todo, 52 práticos são responsáveis pela movimentação dos navios em Santos e no Porto de São Sebastião (SP). Eles fazem, em média, 36 manobras de atracação e desatracação por dia. Na temporada de cruzeiros, o número chega a 60 manobras diárias.
— Com a formação que temos hoje (52 práticos), daria para fazer até 180 manobras — diz Barbosa.
Barbosa, de 54 anos, é ex-oficial da Marinha Mercante e há 18 anos dedica-se à praticagem. Na sexta-feira passada, repórteres do GLOBO acompanharam a manobra de atracação de um navio com uma carga de veículos com bandeira de Cingapura e tripulação filipina, desde a barra do Porto de Santos até o terminal. Com 190 metros de comprimento e capacidade para 47 mil toneladas, a embarcação foi comandada por Barbosa durante 1h30m até completar a atração. Pelo serviço, a empresa cobrou R$ 13.345,00.
Esses custos, porém, podem estar com os dias contados. Nos próximos dias, começará a funcionar um comitê com Marinha, práticos, armadores, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e os ministérios da Fazenda e do Planejamento para enfrentar o assunto. O vice-almirante Ilques Barbosa Junior, diretor de Portos e Costas, adiantou que o objetivo é diminuir os custos, sem abrir mão da qualidade e da segurança da operação. Segundo ele, em 2013, os primeiros comandantes habituados a determinados portos poderão dispensar os serviços dos práticos. Antes, precisarão passar por um teste. Essa possibilidade existia na legislação, mas nunca foi utilizada.
— Esse tipo de crítica (sobre os custos) carece de dados mais sólidos, haja vista que as diversas organizações envolvidas no serviço de praticagem (entidades, autoridades, empresas e outros) diferem sensivelmente entre os países, que também têm legislações diversas. O que se pode afirmar é que os preços de praticagem, de uma maneira geral, são elevados no mundo inteiro. Além disso, pela legislação brasileira em vigor, os preços dos serviços de praticagem são negociados pelas partes interessadas, ou seja, praticagem e armadores. Em casos excepcionais, onde não haja acordo, é que caberá à autoridade marítima estabelecer um preço entre as partes — diz o vice-almirante.
‘Serviço é de interesse público’
Os práticos rebatem as críticas. Otávio Fragoso, diretor do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) e vice-presidente sênior da Associação Internacional de Praticagem (Impa, na sigla em inglês), afirma que a praticagem no Brasil não é mais cara que a média mundial. Ele diz que a FGV fez estudo, contratado pelo próprio Conapra, que prova que, em média, os custos de Santos, por exemplo, são 10% a 31% superiores à média mundial, o que seria, em grande parte, decorrente do câmbio.
— Muitos afirmam que aqui é caro, mas não provam. Basta mostrar uma nota fiscal por um serviço em outro porto — afirmou Fragoso, na última sexta-feira, durante a atracação de navio de contêineres de 260 metros no Porto do Rio, oriundo da Ásia, que pagou R$ 8 mil pelo serviço, conduzido pelo prático Durvalino Ferreira. — Para navios brasileiros de cabotagem, o custo é muito menor, não chega a R$ 2 mil.
Fragoso disse que o serviço é complexo, pois envolve o interesse público. Para ele, não se deve pensar em privatizá-lo. Seria o mesmo que fazer dos controladores de voo empregados das companhias aéreas, compara.
— Um comandante de navio pensa em milhas; nós, em metros. Eles são pilotos de ônibus; nós, de Fórmula-1.
Ele também rebate críticas aos salários do setor. Diz que os práticos recebem pró-labore, de R$ 5 mil a R$ 18 mil. O restante é variável. Em um mês bom, receberiam até R$ 80 mil, diz Fragoso.
— A discussão é infundada. Podemos discutir o valor da praticagem, mas, garanto, o preço brasileiro está na média mundial. E este preço não afeta a competitividade do país. Se reduzirmos os preços, o frete do navio vai cair? Garanto que não, há um oligopólio no setor.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/praticos-os-flanelinhas-de-navios-ganham-ate-300-mil-mensais-6553997#ixzz2AXqAz6Zw
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